Archive for 25 de Maio, 2009

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Momento «how could hell be any worse?!»

25/05/2009

Alguém me explique que raio é isto:

What the hell

E isto:

What the hell

Fotografias: Monchique, heliporto municipal

Tenho defendido, inúmeras vezes, que os Graffiti  são excelentes formas de embelezamento da paisagem urbana, tornando os espaços públicos mais cosmopolitas, atractivos e apelativos. Isto é outra coisa, é o asco das cabeças de uns quantos delinquentes feito tinta de spray, pulverizado contra as paredes.

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Terrível frustração

25/05/2009
Imagem: Record on-line, 25/05/2009

Imagem: Record on-line, 25/05/2009

Ainda que Quique se vá, reservei-lhe um convite para o dia do meu aniversário.

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Despertar ao toque da corneta

25/05/2009

Tinha sido acidentalmente integrado naquele exército de farda amarela e, chegada a hora de mais uma formatura matinal, em cima do alcatrão fúnebre, o bojudo Tenente fazia revista a toda a tropa, certificando-se de que todos tinham a cara devidamente rapada e as pontas brancas dos ténis all star convenientemente  imaculadas, reflectindo o Sol. Durante este período, os toques intercalados de uma corneta arrítmica decidiam cada movimento do  9º pelotão.

«Em frente marche!» Após o rugido rouquejado do Tenente, o instrumento de sopro repetia-se. Os passos da tropa canarim replicavam cada assopro na corneta, dirigindo-se a qualquer lugar que não consegui descortinar naquele alcatrão quente, esgazeando vapor.

Acordou-me o novo berro da corneta que nunca cheguei a ver durante o sonho. Os  olhos semicerrados pela cola pastosa das ramelas, alvejaram na penumbra o velho video cuja exclusiva função actual é a de relógio e puseram-se imediatamente à procura da corneta.

Desapontado pela hora madrugadora e por não vislumbrar o instrumento que parvamente me acordou, enchi os pulmões de um ar que, depois de me fazer estalar as costelas, expeli por via nasal. E ouvi de novo o alongado toque  da corneta.

Percebi então que a alvorada que presumi provir da corneta não era mais que o meu nariz parcialmente obstruído a “cornetear” um ataque de sinusite. E, com um simples assoo às mangas do pijama, era bem capaz de conseguir escapar-me à incorporação na tropa de farda amarela e ténis all star, adiando o recurso às temíveis armas químicas  zyrtec e aerius.