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Era um anãozinho pequenino, com carinha de menino

10/02/2010

Já tive a oportunidade de dizer noutras paragens que fui criado numa redoma alegórica de misticismo, onde nas sortes de cada pessoa esterroada dum imaginário que é real, feito de coisas palpáveis e gente de carne e osso, soçobram histórias de heróis anónimos cuja  simples existência cunhou a paisagem cultural desta Serra.

Por qualquer razão, na história do Alfredo Ameixa, fui instado por dois leitores e amigos a escrever sobre anões. Agora escrevo estas linhas, não na senda das insidiosas receitas hoje aplicadas no caldo de entulho pantanoso em que “cavalos, mulheres nuas e anões” bastam para divertir e estupidificar as massas, mas para recordar e prestar a devida homenagem ao tempo, ao homem e ao lugar que ele próprio, mais pequeno que o cano de uma espingarda, com a sua figura lépida, denodada e digna, ajudou a construir e a engrandecer: as Termas de Monchique. 

O "Anão das Caldas de Monchique". Fotografia cedida por José Montez

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One comment

  1. Olha o anãozinho!!!! 😀 😀 😀 😀 😀



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