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Das profundezas do âmago

16/04/2010

O protagonista desta história, na mítica e frequentemente aqui citada livraria Pó dos Livros, podia ter sido eu. Como podia ter sido qualquer outro concidadão devoto da escrita de Manuel do Nascimento e do referido santuário de literatura.

Porque a falta de palavras também é uma forma de agradecimento e de satisfação plena nas profundezas do âmago, fico-me pelo silêncio das teclas. E não consigo escrever mais nada.

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