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Claridade possível

06/09/2011

Tanta dureza, tanta severidade, tanta intransigência, para quê? Fico a pensar se a crónica acidentada dos meus dias não teria melhor acerto em latitudes polares. Estou sempre nos extremos contrários aos solstícios da vida, como se na claridade circunstancial da minha natureza humana as sombras fossem sempre frias, secas e demoradas. E neste mapa de mim me vou procurando: encontro-me, sem nunca me sentir achado.

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