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Lázaro I

02/11/2011

Lá vou lavrando a minha prosa, lapidando palavras, na íntima certeza de que cada frase construída é um muro escarpado só tornado transponível após horas e horas de arremesso laborioso da picareta contra a rijeza desprendada do talento. E fico à espera, cheio da mesma paciência. À espera que uma só revelação dos sentidos possa surpreender até o mais intransigente dos carrascos de tudo aquilo que digo, escrevo e faço: eu.

 

Eis a minha habitual crónica no Jornal de Monchique.

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2 comentários

  1. Através deste link consegui reler o Lázaro I. Já li o V, mas queria ler o II, III e IV.

    Não aparecem aqui no Terra Ruim, pelo menos, não na etiqueta “Jornal de Monchique”.

    Estive no site do Jornal, mas a minha por demais incontornável aselhice, não me permitiu chegar às edições passadas das tuas publicações.

    Explicação que aponte no sentido de encontrá-las, links, ou os textos, arranja-se?

    Banzada com o Lázaro V.


  2. E até lá… contorço-me. Achas bem?

    😉



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