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Confissão

19/01/2012

Tranco os dias desiludidos

A corrente e cadeado.

Fecho os olhos comovidos,

Nego-lhes o acto de existir que lhes foi dado.

Ah! Sonhos presumidos,

Águas paradas numa represa rota.

Secretos, todos os segredos,

Como areia escapulida entre os dedos

Evaporam gota a gota

A liquidez da claridade.

Não por gosto, mas por incapacidade.

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