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Ler

25/02/2012

Ler, ler, ler. Ler sem pensar em nada. Sair instantaneamente deste estado sinóptico de entorpecimento e lassidão. Devorar com uma avidez de urso quanta prosa, quantos versos e quantas solfas me vêm ter às mãos. Meter o bedelho na intimidade das personagens; viver, aparentemente, dentro das suas inquietações; apropriar-me dos adjectivos irredutíveis do enredo até que, numa espécie de jogo viciado da vida real, em qualquer homem velho, de violino nas mãos e a gastar-se no tempo de ser, viva a probidade emblemática de um Mestre Finezas.

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