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O cão de Pavlov

04/03/2012

Como o cão de Pavlov. Depois de dois dias de repleção absoluta, a sentir a vida dentro da vida numa enxurrada fraternal, regresso ao terreno pedregoso do recolhimento, à espera que a boa graça do verbo me surpreenda a intimidade. Nada. Marquei encontro com a solidão. E, num esforço desligado de autopreservação, ceamos os dois, a ver-nos viver em vez de vivermos.

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