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Insónia

06/04/2012

Remate final num poema, há instantes, à boca da baliza, enquanto jogava à bola: nada. Falhei o golo. Fintei-o com o virtuosismo de um verso:

Que sombra cerrada

Me nega a madrugada

Num poema lustrado de frescura?

De que sol de amargura

É feita a sombra maciça de luz

Triste e apagada

Onde toda a claridade se reduz

À vasta escuridão do nada?

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One comment

  1. Curiosamente, o que de mais saliente existe, para mim, nesta imagem, é… a luz.



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