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O meu Portugal

21/04/2012

Pobre país. Têm sido de tal forma lancinantes as verdascadas que proficientemente lhe temos alanceado com o cilício obsessivo da mesquinhice e da abulia, que hoje, quem quiser entrar pela autenticidade castiça de Portugal adentro, tem de se chegar às grades de um mirante, à transparência de uma fotografia a preto e branco, ou às páginas desterradas à imaginação de um dos nossos génios literários.

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