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Unedo

05/05/2012

‎Quanto mais bebo, mais sede tenho de sonhos.

Bebo à desgraça, bebo ao destino,

Bebo por gosto.

Por cada cálix suado pelos medronhos,

Um verso a mais em desatino

Arde descontrolado num fogo posto.

Aguado, clandestino,

Até a alma me saber a mosto.

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3 comentários

  1. autor?


  2. Eduardo, eu queria saber o autor do poema Unedo. É seu?
    obg
    VV



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