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Perfil

14/07/2012

Serra. As tuas fragas são seiva

Bruta a correr-me nas artérias.

Linhas duras e incompletas

Repletas

De espinhos coroados de misérias.

Do topo do espinhaço da ventura,

Calhaus rolados de amargura

Lançam-se à sua rudeza intransigente

E caem na fúria da torrente

Que não se cansa

De se procurar

E, sem nunca se encontrar,

Nunca se alcança.

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