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Um dia destes…

23/08/2012

É um dos poucos amigos que me lê. Sabe em que loucuras irrealizáveis ponho os meus desejos e manuseia com um virtuosismo pragmático as mesmas armas nos campos de batalha de onde, frequentemente, tenho saído derrotado. Há dias, quando lhe disse que devia deixar de escrever estas anotações diárias durante uns tempos, só para descansar, tirou do louceiro da compreensão um serviço de cumplicidade transigente e colocou em pratos limpos um migalho de paz e resignação:

– Oh homem, só no dia em que deixares de sofrer…

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