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Meio quartilho de ondas

11/09/2012

Não tenho descanso. Esgoto-me nas sucessivas diatribes a que me submeto. A mim, e, pior ainda, também aos outros. Hoje, a sorte foi encarar de frente um mar em repouso, um prado azul serenado numa neutralidade sedativa onde deixei a boiar meio quartilho de pensamentos mortos e que agora são só espuma rasteira lambendo o areal da razão.

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