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Saber viver

08/10/2012

Tem nos olhos uma luz lírica, indefinida. Às vezes, torneada por um azul cheio de céu e de mar, noutras, pela sombra verde e frondosa dos castanheiros que apenas se dão a certas altitudes. Cada palavra caída dos lábios é neve emotiva na alacridade dos sentidos e no chão fofo do entendimento. Tira-nos peso do peito. Manuseia com fina destreza todos os lumes da vida. Os mesmos que, na ânsia fascinada de os agarrar, me têm deixado bolhas opadas nas palmas das mãos.

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