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As maravilhas da Poesia

11/11/2012

A poesia. A folha perene de todos os destinos caducos. O fruto absoluto de pomares relativos. As palavras florescidas nos descampados espinhosos da vida. Dar-lhe tudo sem nada ter, abolir-lhe o convencional, olhá-la no âmago de todas as sensibilidades para que o leitor se possa sentir perfeitamente sintonizado com ela e seduzido a assinar um termo de responsabilidade no final do poema.

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