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Fábula

11/12/2012

Versos fingidos,
Rimas a fazer de conta.
A ilusão roda nos sentidos,
Dá voltas em gestos presumidos
E cai no chão de tonta.

Palavras doces e mansas,
Brancas de sonho ou de magia.
Como aquelas de prosa-poesia
Onde se deitam as crianças
Ao final de cada dia.

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