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Quase

02/02/2013

Outro dia com o “Quasi” de Mário de Sá-Carneiro insinuado no pensamento. Passo ao lado dos dias, dos sentimentos mais líricos, dos píncaros mais secretos, das vagas mais imediatas como flechas ao lado do alvo. Tenho a impressão de parecer um desses sujeitos ridículos e com cara de cão a quem a vida se afigura um trágico acidente de que saiu ileso por um triz.

Um pouco mais de sol – eu era brasa,
Um pouco mais de azul – eu era além…

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