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Entrudo

12/02/2013

Entrudo. O único dia do ano em que me posso apresentar livremente aos outros, de nariz de batata e cabeleira postiça, sem olhar ao que dizem as censuras ou os preconceitos disfarçados de códigos morais. O difícil é dar-me a conhecer nos restantes trezentos e sessenta e quatro dias de corso. Se quisesse desafivelar a máscara, teria de arrancar pele verdadeira. E toda a gente sabe o horror que é ver passar um semelhante em carne viva.

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