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Lei dos rendimentos descrescentes

26/03/2013

Carradas e carradas de desespero a estalar por tudo o que é lado. E o mal é que não sei de onde me vem. Mas tudo tem o seu quê e a sua medida. Até este cotão crispado que se vai juntando aos poucos no fundo da consciência há-de reger-se por uma lei dos rendimentos decrescentes. O ponto a partir do qual, por maior que seja o pudor, a cobardia, o orgulho ou a vergonha, mantendo-se constante a dispersão do costume, esta aflição não passará de desabafos impessoais de um poeta sem voz.

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