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Contradição

09/04/2013

Não tenho redenção!
Vivo numa confusão
De perguntas urgentes
Sempre presentes
No meu coração.
Entre o perto e as lonjuras,
As certezas, se existentes,
São novas perguntas futuras,
Dúvidas persistentes,
Quanto mais permanentes,
Mais inseguras.
Sem outro pão que me valha,
A fome de amor que sinto agora
É esta fartura, esta migalha
Que em faltando me devora.

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