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O poder do sonho

27/06/2013

De vez em quando, aparecem-nos defronte desafios que, de tão misteriosos e imprevistos, nos desafiam a nós mesmos. Duelos que travamos contra a fatalidade quando é a nossa própria natureza convivente que é posta à prova. Verbo de encher, estou sempre a mais em todos os lugares. Tudo o que digo ou escrevo me identifica, mas raramente me sinto identificado com aquilo que digo e escrevo. Bem assim, quando a vida mo consente, abro aos outros portas que mantenho invioláveis nas sete chaves de mim mesmo. Hoje, tive de fazer corresponder às minhas palavras as expectativas de que ando desencontrado quando o teor ilógico dessas mesmas palavras me é proposto a mim:
– Sonhe, sonhe sempre. Não deixe de sonhar em nenhum momento. A sonhar é que a gente vai lá!
– Sonhar para quê, se nenhum sonho se corresponde com a realidade!?
– Tenha paciência… Não é o sonho que anda à frente da realidade, é a realidade que fica sempre aquém do próprio sonho.

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