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Horas extraordinárias

14/07/2013

Dia esgotado a esticar a vida cívica até horas que deveriam ter tido uma elasticidade mais apressada. Aqui, no sarcófago, são os os mesmos que se queixam no silêncio fechado de sempre: os clássicos que ainda não li, os autores por conhecer, os versos escanzelados roubados às teclas, enfim, tudo por fazer. Viver é, realmente, ir adiando a própria vida.

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