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Alvorada

10/12/2013

Lá fora há o ar – um rio sem margens.
Há a lua e as estrelas.
E há esta maneira de escrevê-las
Como se fossem tatuagens
Desenhadas a pincel.
Poemas, sobre a pele do papel,
Adivinhando a fantasia,
Sol e palavras a despontar
Em raios de luz sem grafia.
Um lugar onde se pode alcançar,
No nascer dum novo dia,
O madrugar azul da poesia
E uma Língua eterna no olhar
Com vista para Portugal e para o mar.

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