h1

Coimbra

10/12/2013

Coimbra. A Coimbra da Universidade deleitada pelas serenatas melosas no correr demorado das águas do Mondego, a Coimbra que serviu de refúgio aos amores proibidos de D. Pedro e D. Inês e onde D. Isabel matou a fome ao povo com um braçado de rosas. Se o génio colectivo português permitiu criar cidades pródigas, com caboucos enraizados em tragédias e em milagres, esta foi uma delas. Ah, mas a Coimbra de que eu mais gosto é a do Largo da Portagem. Encantado ainda pelas horas líricas dos versos de um poeta sensível que aí se fazia anunciar ao mundo na discrição de médico, sou todo ouvidos, nariz e garganta e faço dos seus poemas a receita para os meus desassossegos.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: