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Da inutilidade da escrita

10/12/2013

Escrever é inútil! Por muito que gatafunhemos palavras inéditas, por muito que rabisquemos linhas desalinhadas dos lugares-comuns, por muita paixão ou amargura que deixemos correr nas tintas da caneta, nunca dizemos tudo. Há sempre uma parte da página deixada em branco. Por pudor ou imperativos da consciência, nunca somos capazes de ir até às margens. E são as margens que definem a extensão da nossa autenticidade.

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