h1

11/12/2013

Sem ninguém me ver
Do outro lado da natureza,
Sou o moleiro a moer
O rodízio da tristeza.
E o moinho da vida mói e mói…
Vai moendo até dar a impressão
De que é o mundo que me dói
E que a angústia nunca se destrói,
Esfarelada nas voltas do coração.
Roda, roda, e fica sempre em grão.

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