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Visita de passagem

02/01/2014

Passei pelos portões da Universidade onde durante uns magros anos fiz os meus votos como apóstolo de Estrabão. Não senti a indiferença mutua e desoladora do cão que atravessa a vinha vindimada igual à vivenciada por Miguel Torga. Não cheguei a tanto. Pareceu-me apenas que as memórias dissolvidas que me chamavam ao interior do edifício me implicavam numa coisa alheia, numa rotina remota do que fui há dez anos e, sobre a qual, não tenho responsabilidade nenhuma hoje.

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