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Natal

02/01/2014

É um poema feito de luzes.
De cores que não se entendem.
De versos que se acendem
E logo depois se apagam
E a seguir se transcendem
E nunca mais se estragam.
Letras que ardem e são estrelas
Feitas de terra e água do mar
A iluminar a sala de estar.
Para que a gente possa lê-las,
Para conseguirmos vê-las
Numa árvore, a piscar,
Basta-nos o dom de sonhar.
Olhar o papel e ver o tecto,
Fazer da palavra o objecto,
Deixar a magia voar no ar
E esperar, ao desenhá-la,
Que a fantasia do Natal,
A brilhar no céu da sala,
Seja a expressão do real
Só de a gente imaginá-la.

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