Posts Tagged ‘sapos’

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Mark thing: “Dartarrã” e os três mosqueteiros

17/11/2009

Fotografia enviada por Sónia Gil

Quando uma cadeia de supermercados o garante implacavelmente, empunha a bandeira da frescura e quase dá a vida de cada um dos seus mosqueteiros pela qualidade dos produtos hortofrutícolas provenientes de modos produção biológica, é bom que seja levada a sério. O selo do controlo de qualidade contínuo dos alimentos  vendidos no Intermarché não é nenhum ferrete, é imagem de marca vista, saboreada e ouvida no coaxar alegre das arrãs.

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Eu vi um sapo, desorientado

10/09/2009
Imagem: Sapo Local

Imagem: Sapo Local

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Meteorologia Doméstica

09/05/2009

Depois dos sapos, o pássaro “cavalinho da chuva”, o amolador de tesouras e as dores reumáticas. Todos eles, segundo a minha mãe, prenúncios de tempo chuvoso.

Na Quinta-Feira tive o prazer de ouvir o musicado piar do pássaro, ontem a minha mãe lastimou o reumático que a apoquenta, e hoje, ao saír de casa, encontrei o amola tesouras rua de São Roque acima, empurrando a bicicleta com um passo pachorrento, ritmado pela melodia desafinada a brotar da gaita. Neste momento já a terra foi polvilhada por uma chuva tímida.

Estive eu 4 anos a calcular pontos de orvalho, valores de humidade relativa, gradientes pseudo-adiabáticos, a interpretar cartas sinópticas, a desenhar termo-pluviométricos, entre outras ferramentas de análise e previsão meteorológica, quando a minha mãe, por muito menos, consegue antecipar-se às previsões do estado de tempo.

Já vale a pena…

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“Batraquicídio” por negligência

17/04/2009

Por estes dias cinzentos, vergados às leis ríspidas da nortada, é frequente encontrar as ruas e estradas das áreas rurais congestionadas de anfíbios, das mais diversas ordens e grupos taxonómicos.

Para a minha mãe, um sapo na rua “adivinha tempos chuvosos”. Talvez seja porque só reparo na presença destes batráquios quando chove, lembrando-me imediatamenta desta lei empírica, começo a ficar cada vez mais inclinado a aceitar este princípio como qualquer outro fundamento de ecologia.

Até hoje os sapos só me têm despertado uma coisa: pavor!!!  Conheço a sua importância enquanto predadores naturais de pragas de insectos, contribuindo assim determinantemente para a manutenção do equilíbrio de ecossistemas agro-rurais. Todavia, cruzar-me com um sapo é das experiências mais traumatizantes que tenho vivido. É um medo alienável que não consigo explicar, nem ultrapassar.

Este medo advirá talvez das vezes incontáveis que a minha avó me falou no implacável mecanismo de defesa de que estes seres se encontram munidos: mijam-nos para os olhos, com uma pontaria de fazer inveja ao Trinitá.

Hoje, enquanto me dirigia para casa, reparei tardiamente em qualquer coisa com tamanho e volume suficientes para ser apenas mais um calhau no meio da via, embora demasiado suave ao atrito dos pneus e excessivamente brando à sensibilidade dos amortecedores…

Juro que não foi de propósito! 😦