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Cutevão a concelho

10/02/2010

Fotografia: Portimão

[Prometo que vou tentar arranjar uma fotografia mais nítida, de acordo com as pretensões dos habitantes de Cutevão]

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Era um anãozinho pequenino, com carinha de menino

10/02/2010

Já tive a oportunidade de dizer noutras paragens que fui criado numa redoma alegórica de misticismo, onde nas sortes de cada pessoa esterroada dum imaginário que é real, feito de gente de carne e osso, soçobram histórias de heróis anónimos cuja  simples existência cunhou a paisagem cultural desta Serra.

Por qualquer razão, na história do Alfredo Ameixa, fui instado por dois leitores e amigos a escrever sobre anões. Agora escrevo estas linhas, não na senda das insidiosas receitas hoje aplicadas no caldo de entulho pantanoso em que “cavalos, mulheres nuas e anões” bastam para divertir e estupidificar as massas, mas para recordar e prestar a devida homenagem ao tempo, ao homem e ao lugar que ele próprio, mais pequeno que o cano de uma espingarda, com a sua figura lépida, denodada e digna, ajudou a construir e a engrandecer, as Termas de Monchique. 

O "Anão das Caldas de Monchique". Fotografia cedida por José Montez

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Sina má [Pongolle]

10/02/2010

Depois da parga de golos que se viu esta noite, importam-se de repetir este título em uníssono?

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Foram cardos, foram prosas

08/02/2010

Imagem: ionline. Clique em cima para tirar o nevoeiro da imagem

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São só 300… E não são Espartanos

05/02/2010

Imagem: Record online

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Exclusão de partes

05/02/2010

Imagem: Telejornal, RTP1

Assim se escreve, em bom português.

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A culpa é da crise

03/02/2010

Em devido tempo a mais recente artista do burgo, arribou-se aos 902 metros do cimo da mais alta das montanhas do Sul e bradou aos céus, de viva voz, alto e bom som, as pífias trapaças que a crise tem ditado à sua vida conjugal. Da vida ázima do marido ao choro lamuriante e falido do acordeão convidando o apocalipse, tantas são as endoenças desta vida!

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In the long run we are all dead

02/02/2010

Depois disto me ter assarapantado, a imagem seguinte enxotou-me o resto do juízo:

Imagem: Visão online. Clique em cima para evitar glaucomas.

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Mark thing: economia de escala

02/02/2010

Imagem enviada por MIguel Francisco

Aprendi com os inveterados sofistas das ciências económicas que os rendimentos crescentes à escala ocorrem quando um aumento de todos os factores de produção leva igualmente ao aumento, em maiores proporções, da produção. Baixam-se os custos e maximiza-se a produção de determinados bens e serviços. A expansão da capacidade de produção permite um incremento nos outputs produzidos, culminando numa redução do custo do produto, até um certo limiar.

A imagem mostra a validade do princípio para qualquer tipo de mercado, independentemente da tecnologia e restantes factores de produção aplicados.

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Mark thing: a loucura infinita dos saldos

31/01/2010

Fotografia: Lagos